
O homem ignora a ordem de Nelson e continua empurrando Estela, forçando-a a entrar no carro. Nelson se aproxima mais e tenta soltar a mulher. Os dois homens se encaram, como se medissem suas forças e começam uma intensa briga. Estela olha, atônita, aqueles dois desconhecidos atracados numa luta violenta. Pensa em fugir... mas um dos desconhecidos a salvou... Não poderia abandoná-lo. Os homens continuam brigando até que o rapaz saca uma arma e dispara Nelson é atingido e começa a perder muito sangue. Percebendo o que havia feito, o rapaz entra no carro e vai embora. Ferido e ensanguentado, Nelson dá uns poucos passos e cai. Estela fica desesperada, grita por socorro, chora. Ampara o homem desconhecido que agora pode estar morrendo só porque tentou salvá-la. Finalmente aparece um táxi que pára Estela, então, socorre Nelson levando-o para o hospital. Nelson chega ao hospital desmaiado e fraco. Ao ser recebido pela equipe da emergência, abre os olhos e vê o vulto de Estela como se fosse o de um anjo.
Estela ficou a madrugada toda no hospital esperando para saber quem era o homem que a salvara. Também se preocupava com sua vida. E era difícil obter informações. Aquele homem era um desconhecido... isso dificultava tudo. Sentia-se muito mal ao pensar que ele poderia morrer por sua causa.
Acomodou-se na recepção e apesar do cansaço, sabia que não conseguiria ir embora. Perdida entre tantos pensamentos, acabou adormecendo. Ao amanhecer, uma enfermeira procura Estela e lhe diz:
-Seu amigo acordou e passa bem. O tiro só acertou o braço de raspão. Quer vê-lo?
Estela, atordoada por todos os acontecimentos e pela noite mal dormida, responde, meio nervosa:
- Quero sim!!
(Grupo 2: Iandra, Afonso, Laísa, Liliane e Ariane)

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